Relacionamentos

Porque Deus não se revela aos curiosos.

A injustiça de Deus

Em determinado momento de nossas vidas, se nunca afirmamos, com certeza já desejamos pensar que Deus, de alguma forma foi injusto.

Uma explicação sobre os profetas

Os profetas não viviam dentro de uma caverna, vestido de roupa de couro de cabra, barba e cabelo grande com uma vara na mão esperando a Revelação de Deus.

Toca aí...

Letra de uma música.

Obras-primas

Quando não conseguimos entender o que Deus faz e nem onde Ele está nas nossas vidas.

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21 de setembro de 2011

Como é possível esquecer a graça de Deus?

Eu me pergunto: como é possível a graça ser esquecida?
Não dá! Deus não deixa! 
É como se Ele fizesse questão de esfregar na nossa cara, passar no nosso nariz até ficar o cheiro pra que a gente não se esqueça. 
Quando leio coisas desse tipo:

Na busca da bênção, o fiel deve determinar, decretar, reivindicar e exigir de Deus que Ele cumpra sua parte no acordo; ao fiel compete dar dízimos e ofertas. A Deus cabe abençoar. Ao estabelecer esta relação de reciprocidade com Deus, o que ocorre é que Ele, Deus, fica na obrigação de cumprir todas as promessas contidas na Bíblia na vida do fiel. Torna-se cativo de sua própria Palavra.
Macedo ensina como proceder:
Comece hoje, agora mesmo, a cobrar d'Ele tudo aquilo que Ele tem prometido (...) O ditado popular de que 'promessa é divida' se aplica também para Deus. Tudo aquilo que Ele promete na sua palavra é uma dívida que tem para com você (...) Dar dízimos é candidatar-se a receber bênçãos sem medida, de acordo com o que diz a Bíblia (...) Quando pagamos o dízimo a Deus, Ele fica na obrigação (porque prometeu) de cumprir a Sua Palavra, repreendendo os espíritos devoradores (...) Quem é que tem o direito de provar a Deus, de cobrar d'Ele aquilo que prometeu? O dizimista! (...) Conhecemos muitos homens famosos que provaram a Deus no respeito ao dízimo e se transformaram em grandes milionários, como o sr. Colgate, o sr. Ford e o sr. Caterpilar. (MACEDO, Vida com Abundância, p. 36)

A única coisa que me vem à mente é a graça de Deus. E lutando contra a raiva e a minha carne eu me pergunto se essas coisas acontecessem ou fossem ditas no período do Antigo Testamento. Será que Deus faria como fez com o rapaz que, com boa intenção no coração, tentou evitar que a arca da Aliança se espatifasse no chão e ao tocá-la morreu na hora por que não deveria te-lo feito? Será que teria a misericórdia de pelo menos avisar, como fez com o povo no deserto, para que não se aproximassem da montanha caso contrário morreriam? Será que diria o que disse à Moisés: "Não vou com vocês pelo deserto porque vocês têm coração duro e eu acabaria com vocês lá mesmo"?
Meu Deus, como eu posso não enxergar a graça nos dias de hoje? Se não fosse pela graça, como imaginar um Deus tão paciente e misericordioso?
Qual de nós parecia deixar alguém dizer o contrário do que já dissemos e ainda assumir que fala em nosso nome?
Qual de nós parecia estar calado diante de coisas ditas de forma tão avessas às nossa própria história? 
Qual de nós pareceria tão apático diante de tanta contradição?
Qual de nós teria tanta paciência e ainda amar gente assim?
Olhando por esse prisma a graça parece irresistível para mim, pois eu não sou melhor que esses homens, porém, me pergunto novamente: Onde estão os exemplos bíblicos pra essas teorias?Quanto à prostituta Raabe pagou para receber o cuidado de Deus e ainda morar em Israel?
E Rute que era uma lisa, mendiga e que recebeu graça de Boaz, filho da Raabe? 
Pergunto-me o porquê dessas mulheres terem entrado na genealogia de Jesus se viviam à margem da sociedade daquela época? 
Sabe, se meu dinheiro valesse alguma coisa pra Deus, se Ele se interessasse pelo valor dado ao papel, Ele não teria comprado a minha vida com o sangue de Jesus. Aí sim, a medalhinha, santinho, rosa ungida e qualquer outra coisa que o meu dinheiro pudesse comprar valeriam pra alguma coisa...
Somente olhando com os olhos da graça pra poder respirar fundo e continuar olhando para Cristo...
E como eu disse ao Pr. Paulo Buarque, esse desabafo não é pra defender Deus, porque Ele não precisa (leia a sessão "porque nunca pensei nisso antes", lá em cima no blog), mas para que pela graça de Deus eu possa abrir os olhos de alguém que esteja precisando.
Aprendendo com Paulo, peço à Deus mais graça pra mim e pra cada um de nós, pois com ela temos muito mais do que pedimos.
Deus os abençoe!
"Eu pensei que seríamos para sempre"

Pr. Sérgio Inojoza

26 de maio de 2011

Eu não digo é nada...

"Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele mesmo lhes providenciará um 
escape, para que o possam suportar"


Tô só avisando...

Pr. Sérgio Inojoza

Relacionamentos


É comum do ser humano buscar relacionamentos. Os interesses são os mais variados. Podem ser políticos, sociais, sentimentais, etc. Mas uma característica em comum nos relacionamentos é que buscamos algo que possa suprir uma necessidade ou uma carência.

O dicionário Priberam, um dos mais acessados da internet, define o termo relacionamento como sendo, entre outras coisas, “estabelecer relação ou analogia entre”. Também define o termo analogia como sendo: “relação de semelhança entre objetos diferentes” e “investigação da causa das semelhanças”.

Não é de admirar que, de acordo com estas definições, busquemos manter relacionamentos com aquilo que admiramos e desejamos. É normal do ser humano se espelhar em algo, ou alguém e desejar ser como ele é.

Quando penso em relacionamentos, me lembro de um jogo para computador chamado “The Sims”. É um jogo que tem como objetivo imitar a vida de uma pessoa normal, suprindo as suas necessidades mais básicas como comida, higiene, limpeza do ambiente, trabalho, descanso e relacionamentos. Esses objetivos são medidos por barrinhas de energia que indicam as necessidades do jogador de acordo com o momento. Essa pessoa do jogo vive mais e melhor quando suas necessidades ou interesses são supridos por completo. Mas se estas expectativas não são alcançadas durante muito tempo, o jogador corre o risco de ver seu jogo se acabar, pois a pessoa no jogo morre. Game Over!

Assim como o jogo, alguns dos nossos interesses podem variar de acordo com o nível de relacionamento. Por exemplo, o relacionamento entre namorados. No começo vem a admiração, depois o desejo de estar perto, depois a paixão, depois o amor. Estes interesses de relacionamento são diferentes de pai para filho, por exemplo. Que por sua vez são diferentes entre irmãos e assim vai.

Por outro lado, assim como uma moeda, o relacionamento possui duas faces: o dar e o receber. Ao mesmo tempo em que desejamos nos relacionar e suprir as nossas necessidades, o inverso também acontece. É necessário suprirmos as necessidades de relacionamento do outro.

Um sentimento muito comum e perigoso e que muitas vezes é cultivado sem que percebamos é o egoísmo. Algumas pessoas entendem que o relacionamento possui somente um lado da moeda e seus relacionamentos existem somente para suprir as suas expectativas ou necessidades.

Outro sentimento bastante comum é a barganha. Tipo uma troca: só dou se eu receber primeiro. Isso vale pra tudo: carinho, atenção, cuidado, amor, etc. São relacionamentos instáveis, que tendem a ruir na primeira tempestade.

Diante disto, podemos começar a nos perguntar: qual o meu interesse em minhas relações familiares e com Deus? Eu tenho procurado suprir as expectativas daqueles com quem me relaciono?

Estas perguntas devem ser feitas por cada um de nós a cada dia. Assim como todos devem ter tempo para se relacionarem e suprirem a sua expectativa, também devemos estar revendo nossas atitudes em nossos relacionamentos. Assim como no jogo “The Sims”, será que temos enchido as barrinhas do nosso relacionamento de forma correta?

Mas, mudando um pouco o foco agora, você percebeu que é possível cometer estes mesmos erros em relação ao relacionamento com Deus? Percebeu que podemos barganhar ou mesmo sermos egoístas com Deus? Nossa vida de relacionamento com Deus pode estar muito boa ou pode estar um caos, dependendo de como temos tentado suprir as expectativas de Deus em relação à nossa vida.

É isso mesmo! Deus tem expectativas a respeito de cada um de nós. Ele não é egoísta nem barganha conosco, mas está muito interessado em nossos problemas, trabalho, namoro, noivado, faculdade, finanças, etc.

No filme “Desafiando Gigantes”, no vestiário, enquanto o técnico está explicando a nova filosofia do time em relação à Deus, um dos rapazes pergunta: “Deus está interessado em football?” E o técnico responde de uma forma curiosa: “Se football preenche seus pensamentos e você pode honrá-lo enquanto joga, Deus está interessado em football, sim”.

Nosso Deus é um Deus pessoal, que busca relacionamentos. Todos nós sabemos decorado o texto de João 4.23 – “No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura.”

Uma vida de relacionamentos é baseada na confiança. Assim como o casal de namorados que vai depositando a confiança ma fidelidade um do outro. Como um filho que confia nas palavras do seu pai. E como um irmão que não vai trair a confiança no outro. Da mesma forma deve ser o relacionamento com Deus.

Quero chamar a sua atenção para um detalhe curioso. Talvez você possa dizer que Deus não tem falado com você apesar de sua vontade que isso aconteça. Mas, será que você tem o desejo de realizar a vontade de Deus ou somente o desejo de saber qual é esta vontade? Lembre-se que Deus não se revela aos curiosos. O curioso não quer obedecer a vontade de Deus. Ele somente quer saber. É diferente daquele que é obediente. Este que saber para realizar a vontade de seu Pai.

(Dê um coração a alguém que você ama)

Que possamos entender que ganha muito mais aquele que divide
Que possamos entender que os nossos relacionamentos nos tornam pessoas importantes para aqueles com quem nos relacionamos
Que possamos entender que Deus tem muito mais pra nos dar e ensinar quando desejamos estar com ele para suprir as Suas expectativas em nossas vidas

Até que venha Aquele que é perfeito e nos guarde em seu Reino

Pr. Sérgio Inojoza

25 de maio de 2011

“Mulher, por que está chorando? Quem você está procurando?”


              Jesus viveu entre os homens e operou milagres inúmeros. Fez cegos verem, fez mudos falarem, paralíticos andarem e mortos ressuscitarem. Porém, nada disso teria validado sua vida como Filho de Deus se uma só de suas Palavras não tivessem se cumprido. Hoje vamos falar um pouco sobre a importância da ressurreição de Cristo.
Este único fato, sendo o penúltimo em ordem cronológica, é o primeiro na ordem dos fatos que garantem a divindade de Cristo. Se a ressurreição não tivesse acontecido, Jesus não seria o Filho de Deus, nós não seríamos cristãos, pois ele teria sido mais um a se dizer Filho de Deus e conseqüentemente não estaríamos aqui falando sobre isso. Mas, afinal de contas, qual o valor da ressurreição?
A resposta é que ela foi o marco do final de uma era e início de uma maior. Vamos ver o que fala a Bíblia em João 20 1-18. Perceba o fato de que Pedro não se conteve e correu ao sepulcro e constatou que o corpo não estava mais lá e se admirou. Imaginem o que estava passando pela mente de Pedro enquanto corria em direção ao sepulcro. Talvez ele estivesse pensando que não fosse verdade, que Jesus não havia ressuscitado. Mas acredito que ele pensava que Jesus não era como os outros que apareceram e que aquilo era possível, pois Jesus havia falado que seria. Imagino Pedro voltando, admirado, pensando que as enganações dos falsos “cristos” haviam terminado. Agora Jesus era o messias, o Filho de Deus, ressurreto. Imaginem que quando Ele ressuscitou, o que talvez fosse possibilidade de acontecer agora se tornou fato: se Jesus disse, é porque vai acontecer. A ressurreição validou as Palavras de Cristo!
Mas talvez você ainda esteja pensando: “ok, entendi o valor da ressurreição. Mas o que isso tem a ver com a tristeza que eu sinto agora, ou com meus problemas pessoais?”
Vamos um pouco mais fundo e vejamos o que aconteceu com Maria Madalena. Depois que João e Pedro foram embora Maria Madalena, aquela que é dita como ex-prostituta, teve a confirmação de todas as Palavras de Cristo. Vamos nos perguntar: por que ela ficou e não foi embora com os outros? O texto fala que os discípulos viram e creram, mas foram embora, porém, Maria ficou chorando. Até aquele momento ela ainda não havia entendido o que estava acontecendo. Muitas vezes é assim que nos sentimos. Parece que a única esperança que temos foi levada embora e não sabemos para onde, não sabemos o que está acontecendo. Mas Maria Madalena chorava por amor ao mestre. Não era vergonha ou arrependimento. Ela amava estar com Ele. E por isso ela foi a primeira a vê-lo ressurreto. Assim também acontece com aquele que chora desejando a Cristo. Ele se revela a todo aquele que deseja de coração estar com Ele.
Voltando ao texto, depois de reconhecê-lo, Maria Madalena recebe uma notícia transformadora. Jesus diz: “Vá, porém, a meus irmãos e diga-lhes: Estou voltando para meu Pai e Pai de vocês, para meu Deus e Deus de vocês”. Nunca antes, as Palavras de Cristo foram assim. Antes os discípulos eram seus amigos, não irmãos (João 15.15) . O pai deles não era Deus mas Abraão (João 8.38). Agora Jesus se refere aos discípulos como irmãos, filhos do mesmo Pai e que possuem o mesmo Deus. A ressurreição de Cristo nos une à Ele e nos faz Filhos de Deus.
Assim como o anjo perguntou à Maria Madalena eu te pergunto: por que você está chorando? Quem você está procurando? Lembre-se de algumas Palavras de Cristo que se tornarão verdadeiras no momento certo:
“pois o Cordeiro que está no centro do trono será o seu Pastor; ele os guiará às fontes de água viva. E Deus enxugará dos seus olhos toda lágrima”. Apocalipse 7.17 “Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou”.                              Apocalipse 21. 4.
Lembre-se das Palavras de Cristo e deseje estar com Ele assim como Maria Madalena e você verá o que o Cristo ressurreto pode fazer pra revelar à você seu cuidado e seu amor. Sua ressurreição nos garante isso.

Pr. Sérgio Inojoza 

O Cristão na Sociedade Col. 1. 24-29

       Nos últimos meses temos visto muita coisa acontecendo em meio à sociedade relacionada aos cristãos. Lei da mordaça, envolvimento de evangélicos na campanha para presidente, debate sobre aborto, etc. Mas, esperançosa e pensativa nos encara uma questão: o cristão na sociedade.
O fato de o cristão estar na sociedade quer dizer que a sociedade não está, então, entregue a si mesma. Isso significa que a própria sociedade não vive sua própria lógica e mecânica naturalmente, desinibidamente. Todas as partes da sociedade como casamento, economia, cultura, arte, ciência, Estado, partidos políticos, contato com os povos estão sob o ponto de vista cristão.
As situações em que estamos acompanhando e muitas vezes vivendo, não levaram todos, mas, muitos a um esclarecimento e abalo profundos.
Agora, me respondam com sinceridade: se fosse possível, não sairíamos desta sociedade na qual não podemos confiar? Não deixaríamos tudo para construir uma vida em um lugar melhor?
Mas para onde iríamos? Retirarmos-nos da vida, da sociedade, não é possível. A própria vida nos envolve por todos os lados; ela nos coloca diante de perguntas, exige respostas. E nós temos que resistir.
Hoje, como cristãos ansiamos por uma promessa, justamente por nos terem sido abertos os olhos para a problemática da vida. Queremos sair desta sociedade; queremos outra sociedade. Mas ainda apenas queremos; ainda sentimos dolorosamente que, apesar de todas as transformações e revoluções, tudo continua na mesma. Então lembramo-nos do texto bíblico e perguntamos: “vigia, falta muito para o amanhecer?”
Por isso o cristão na sociedade passa a representar uma promessa. Um novo elemento, portanto, em meio a todas as coisas velhas; uma verdade entre o engano e a mentira; uma justiça no mar de injustiças; espírito em meio a todas as rudes tendências materiais; portanto, uma construtiva força vital em meio a todos estes fracos e inquietos movimentos espirituais; unidade, então, em toda a confusão da sociedade também do nosso tempo.
Este cristão, ao qual me refiro, não é a massa dos batizados, nem o pequeno grupo que acha que governa as Igrejas, nem tão pouco a mais reinada seleção dos mais fiéis cristãos de que nos lembramos. O cristão é o Cristo.
O Cristo é aquilo em nós que não somos nós, mas Cristo em nós. Esse “Cristo em nós” compreendido profundamente nos ensinos de Paulo: não significa um dado psíquico, nenhum estar tomado, possuído ou coisa parecida, mas uma previsão.
“Acima de nós”, “atrás de nós”, “transcendendo a nós”, é isto que significa o “em nós”.
A comunidade de Cristo é uma casa aberta para todos os lados; pois Cristo também morreu para os outros, para os que estão de fora. Em nós, acima de nós, atrás de nós, transcendendo a nós está uma reflexão que se lembre do sentido da vida, um recordar-se da origem da vida, uma volta para o Senhor do mundo, uma virada da velha eternidade para a nova eternidade. Esta nova eternidade tem um sinal e cumprimento: a cruz!
Isto é Cristo em nós. Mas será que Cristo está em nós? Podemos encontrar Cristo na sociedade hoje? Nós hesitamos em responder. E se hesitamos é porque sabemos a resposta. Como podemos negar esta verdade? Cristo, o salvador, está aí? Se estivesse, não haveria esta pergunta.
“Cristo está aí?” Esta pergunta é o sentido secreto de todos os movimentos de nossa época e que nos reuniu aqui como desconhecidos e, mesmo assim, conhecidos. É a busca de toda uma sociedade em busca de paz e de uma vida diferente.
Cristo, o Príncipe da paz está aí? Cristo, o Pai da sabedoria está aí? Cristo, o Libertador está aí? Cristo, o Salvador está aí? Cristo, o Rei da Promessa está aí?
É necessário coragem para, assim como Agostinho, encarar a verdade: “Vocês não me procurariam, se já tivessem me encontrado.
Essa coragem que temos, nós precisamos professar. Quando assumimos a coragem professamos a Cristo, assumimos que Ele está aqui e que vai voltar.
Ser cristão é levar a esperança da promessa onde nós formos. É não fugir da realidade, mas transformá-la. É agir como cristão diante das situações. É levar a presença de Deus e não a nos mesmos.
Se Cristo está em nós, a sociedade não está abandonada por Deus, apesar do seu caminho errado. A imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, em nós: Ele significa alvo e futuro.
A esta “esperança da glória” Paulo chamou de “mistério entre os gentios”. Portanto: nós vos conclamamos a ter esperança.
Transcrito do livro:
BARTH, Karl. Dádiva e Louvor – Artigos Selecionados. Ed. Sinodal, São Leopoldo,RS. 1986